Teoria da Felicidade – As pessoas mais irritantes nos possibilitam a descoberta de nós próprios

É verdade. O título já diz tudo.

Nossa meta é sermos felizes. Não há felicidade dissociada do auto-descobrimento. Se não sei o que sou, o que gosto, o que não gosto, se não consigo reconhecer minhas qualidades, meus defeitos, eu nunca conseguirei alcançar a felicidade. As pessoas mais felizes são aquelas que mais dominam as suas próprias ações, pensamentos, as que mais conhecem aquilo que conseguem e não conseguem fazer.

Nesta jornada de auto-descobrimento, uma das melhores maneiras de entender o que somos é refletir sobre as nossas reações, quando em contato com pessoas que conseguem nos irritar, incomodar ou afetar de uma maneira ruim. É maravilhoso refletir sobre o porque de nos afetarmos em contato com determinadas pessoas. Não que eu esteja sendo masoquista, mas se essas pessoas nos afetam, prejudicando nossa felicidade, isso é sinal de que temos de reformular nossos mecanismos mentais, nossas ações, nossa conduta, nossos pensamentos e julgamentos, no sentido de não mais ficarmos infelizes por causa disso.

A pessoa irritante não tem culpa de ser o que é. Um dia, ela passa, e outras parecidas entram em contato conosco. A verdade é que elas nunca vão parar, sempre existirão, de modo que matá-las não é a melhor solução. 🙂

Temos de descobrir meios para não mais nos irritarmos com isso. Para isso, temos de descobrir a resposta para a questão chave: por que nos afetamos com isso?

E aí vamos descobrindo a nós próprios. O que nos falta, em termos de paciência, humildade. Vamos descobrindo que há muitas falhas em nós. Ora, não é todo mundo que é afetado quando essa pessoa age da maneira que age. Por que, então, nós nos afetamos? Tem um motivo todo escondido, dentro de nós e só nosso.

Tentem fazer isso. Reflitam, pensem, achem respostas.