Família – ligeira reflexão

Interessante como muda nossa interpretação, quando vemos pessoas queridas – ou nem tanto – do nosso círculo de relacionamentos junto a família que lhes pertence. Já, várias vezes, ao ver uma foto no orkut de um amigo ou conhecido meu abraçado aos pais, ou então assim quando estou dentro da casa de um deles e percebo os pais ou irmãos, sua relação de amor e carinho (e mesmo brigas) com eles, eu penso “Nossa, eu nem me lembrava que eles tem assim, uma família, que nem eu!”.

Parece que a fortaleza aparente, aquela espécie de “independência natural” que enxergamos nas pessoas do nosso dia-a-dia no trabalho, na escola, essa ilusão do individualismo, em acharmos inconscientemente que “cada um vive somente para si” desaparece quase que por completo, fazendo-nos compreendê-las de outra forma. Quando ele ou ela está assim, abraçado à sua família, ou levando uma bronca da mãe, ou chamando o pai de “senhor”, ou pedindo carinho da irmã, a gente passa a enxergá-lo/la mais frágil do que parecia ser, mais emocional, partido, dependente. Parecido com qualquer um de nós…

Mais humano, enfim.

Indo contra o fluxo

“A Divina Providência, muitas vezes, dificulta o fluxo de certas ocorrências desejadas por Suas criaturas não porque pretenda bloquear-lhes a felicidade, mas justamente pela inversa razão, já que, com o atraso provocado, permite que a gestação de acontecimentos muito melhores seja levada até o fim, a incubação perfeita de processos que demandam mais tempo, para serem devidamente elaborados.

Portanto, em se sentindo pressionado, numa “encruzilhada” da existência, considere que o Criador pode lhe estar fazendo esperar justamente para galardoá-lo com um acontecimento muito melhor do que aquele que você deseja receber agora, mas que, talvez, ainda que não possa perceber de pronto, não seja mesmo o ideal para sua felicidade.” Eugênia

de http://www.saltoquantico.com.br/2004/12/23/termodinamica-da-vida/

Entendendo o Hino Nacional

Invertendo a ordem das palavras, e procurando algumas palavras no dicionário, dá para entender direitinho nosso belo hino nacional. Olha só:

As margens plácidas ouviram, do Ipiranga, o brado retumbante de um povo heróico.

– Vejam que o sujeito da frase são as margens plácidas. Elas é que ouvem o brado retumbante (grito que ecoa) do povo heróico. Margens plácidas são margens serenas.

E o Sol da liberdade, em raios fúlgidos, brilhou no céu da pátria nesse instante.

– Essa dá pra entender. Fúlgido é brilhante.

Se o penhor dessa igualdade conseguimos conquistar com braço forte

– Penhor é a garantia.

Em teu seio, ó Liberdade, a própria morte desafia o nosso peito

A morte está desafiando a Liberdade, em seu seio (seu íntimo, seu coração).

Ó pátria amada, idolatrada,

Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso…

Se em teu formoso céu, risonho e límpido, a imagem do Cruzeiro resplandesce, um raio vívido de amor e de esperança à Terra desce.

– Essa é o maior trecho. Vejam que o raio vívido de amor desse à Terra quando há a imagem do Cruzeiro no céu.

Gigante pela própria natureza.

És belo, és forte, impávido colosso.

Colosso é algo muito grande. Impávido é sem medo.

E o teu futuro espelha essa grandeza.

– O futuro do Brasil vai espelhar (vai mirar, ter como modelo) essa grandeza toda.

Terra adorada.

Dentre outras mil (pátrias), és tu, Brasil, ó pátria amada.

És mãe gentil dos filhos deste solo.

Pátria amada, Brasil.