Entendendo o Hino Nacional

Invertendo a ordem das palavras, e procurando algumas palavras no dicionário, dá para entender direitinho nosso belo hino nacional. Olha só:

As margens plácidas ouviram, do Ipiranga, o brado retumbante de um povo heróico.

– Vejam que o sujeito da frase são as margens plácidas. Elas é que ouvem o brado retumbante (grito que ecoa) do povo heróico. Margens plácidas são margens serenas.

E o Sol da liberdade, em raios fúlgidos, brilhou no céu da pátria nesse instante.

– Essa dá pra entender. Fúlgido é brilhante.

Se o penhor dessa igualdade conseguimos conquistar com braço forte

– Penhor é a garantia.

Em teu seio, ó Liberdade, a própria morte desafia o nosso peito

A morte está desafiando a Liberdade, em seu seio (seu íntimo, seu coração).

Ó pátria amada, idolatrada,

Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso…

Se em teu formoso céu, risonho e límpido, a imagem do Cruzeiro resplandesce, um raio vívido de amor e de esperança à Terra desce.

– Essa é o maior trecho. Vejam que o raio vívido de amor desse à Terra quando há a imagem do Cruzeiro no céu.

Gigante pela própria natureza.

És belo, és forte, impávido colosso.

Colosso é algo muito grande. Impávido é sem medo.

E o teu futuro espelha essa grandeza.

– O futuro do Brasil vai espelhar (vai mirar, ter como modelo) essa grandeza toda.

Terra adorada.

Dentre outras mil (pátrias), és tu, Brasil, ó pátria amada.

És mãe gentil dos filhos deste solo.

Pátria amada, Brasil.